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Renováveis: novas tecnologias para antigas formas de energia

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Renováveis: novas tecnologias para antigas formas de energia

As fontes de energia renováveis representam o futuro da produção elétrica e do desenvolvimento sustentável. Poucos sabem que a história dessas tecnologias está relacionada às missões espaciais, a experimentos do início do século XIX e a uma longa série de inovações, que continuam nos dias de hoje.

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Quarenta e nove países declararam desejar atingir a meta de 100% de fontes de energia renováveis até 2050. Para um grupo de pesquisadores das universidades de Stanford, Berkeley, Berlin e Aarhus, 139 nações podem visar o mesmo resultado até essa data. Renováveis como única fonte de energia? Utopia, esperança, solução obrigatória, objetivo possível?

Os fatos são mais claros que os sonhos ou ambições. A energia hidroelétrica é uma garantia energética para muitos países. As tecnologias solar e eólica continuam a crescer em termos de investimentos, eficiência, competitividade e nova capacidade instalada. A energia geotérmica se expande em novos mercados e economias consolidadas.

Todas as renováveis são formas muito concretas de energia que, além de um futuro promissor a construir, possuem histórias, algumas delas centenárias, que é interessante conhecer.

 

Quando a NASA descobriu a energia solar

Quando as diversas formas de energia limpa são chamadas de “novas” ou alternativas às fontes fósseis, esquecemos que elas têm raízes profundas e que nasceram após um longo percurso, formado por décadas e décadas de inovação e desenvolvimento tecnológico.

A energia solar fotovoltaica nasceu em meados do século XX com os primeiros programas espaciais. Era preciso evitar que os equipamentos dos satélites deixassem de funcionar devido ao esgotamento da energia. A NASA testou a bordo do Vanguard 1 a bateria solar Bell, criada em 1954 por Daryl Chapin e Calvin Fuller. Foi um sucesso: as células continuaram a funcionar durante anos.

A primeira usina solar de concentração do mundo foi construída em 1981 pela Enel. Em Adrano fomos os pioneiros em energia renovável com a realização do projeto Eurelios, a primeira usina do mundo a alimentar a rede com energia elétrica produzida pelo Sol.

 

Mais de um século de energia geotérmica

O primeiro uso industrial de vapores geotérmicos se deve a François de Larderel: o jovem oficial francês, que chegara à Toscana com o exército napoleônico, testou em 1818 a técnica predecessora da geotermia, que seus herdeiros usaram para construir a primeira usina do mundo, em 1913.

 

"Graças à intuição de de Larderel, nasceram nossas 35 usinas em operação na Toscana, que produzem quase 6TWh por ano e atendendo a mais de 30% da demanda elétrica regional."

 

A evolução tecnológica e inovação desta ideia do início do século XIX é a primeira página de uma história que hoje se ramifica até o Chile, a Indonésia, a Alemanha e os Estados Unidos, onde a EGP está colocando em campo sua experiência no setor geotérmico.

 

Eólico: da Pérsia aos chalés escoceses

Os moinhos de vento, os “antepassados” dos aerogeradores atuais, já existiam na Pérsia há cerca de 5.000 anos, mas a primeira turbina eólica foi realizada em 1887 pelo engenheiro elétrico e acadêmico escocês James Blyth, que inventou uma turbina para alimentar as luzes de seu chalé de verão em Marykirk, que se tornou, assim, a primeira casa do mundo a ser alimentada por energia renovável.

A história da energia eólica se entrelaçou então com os estudos de aeronáutica e chegou até nós com as típicas três pás, que se tornaram habituais na maioria dos aerogeradores instalados hoje em todos os continentes, graças à intuição de um jovem que realizou o primeiro exemplar na Dinamarca, em 1956.

 

"En la actualidad, la energía eólica es una de las renovables más extendidas y competitivas, con más de 500 GW de capacidad instalada en todo el mundo y una perspectiva de crecimiento de unos 59 GW en 2018, con la promesa de contribuir de manera decisiva en la revolución verde actual en América Latina y Asia."

 

El agua, la innovación más antigua

La energía del agua es la fuente de energía renovable más antigua y, a la vez, con más proyección de cara al futuro. Por una parte, las grandes centrales hidroeléctricas garantizan desde hace casi un siglo el porcentaje más elevado de energía limpia de muchos países y, por otro, la tecnología venidera para aprovechar el inmenso patrimonio de la energía marina es la expresión más avanzada en la investigación en el ámbito de las nuevas formas de energía.

 

"La energía hidroeléctrica representa en la actualidad aproximadamente un 90 % de la producción mundial de fuentes renovables y supone un 17 % del total de la capacidad instalada global."
 

A las grandes presas construidas ya a principios del siglo XIX –la primerísima se construyó en Canadá en 1879 en las cataratas del Niágara– se les añaden en la actualidad otras colosales gracias a los proyectos en China y en América Latina. Pero también crecen las pequeñas instalaciones de agua fluyente y los sistemas que consiguen que las centrales existentes sean cada vez más eficientes.

La energía marina sea tal vez la menos conocida de las formas de energía renovables, pero según las estimaciones podría alcanzar los 71 GW de capacidad instalada en el mundo. Mareas, olas y corrientes representan un patrimonio inexplorado y presente en todo el planeta alrededor del cual están naciendo nuevas tecnologías, experimentos y proyectos piloto más o menos en todo el mundo.

Hasta hace pocos años, las fuentes renovables en conjunto eran como una gota de agua en el océano de la producción energética mundial. De aquí a 2022, según el World Energy Outlook 2017, la capacidad de generación de las fuentes renovables aumentará hasta llegar al 43 % del mix energético global. Y el futuro no ha hecho más que empezar.

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