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11 min.

"Nos Caminhos das Geleiras", fotografia e ciência a serviço do meio ambiente

A Enel Green Power apresenta em Roma os resultados da expedição dos Andes de 2016, o projeto científico fotográfico promovido pela Associação Macromicro e concebido pelo fotógrafo ambiental Fabiano Ventura.

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As mudanças climáticas e ambientais estão produzindo consequências que ainda não são completamente previsíveis. As temperaturas estão se elevando, as geleiras estão derretendo e o nível do mar está crescendo a velocidades nunca antes registradas, mas esses são apenas alguns dos efeitos de um processo que corre o risco de ser cada vez mais irreversível.

"Nos Caminhos das Geleiras" é um projeto fotográfico-científico concebido e desenvolvido pelo fotógrafo ambiental Fabiano Ventura, com o objetivo de comunicar os efeitos das mudanças climáticas globais a um grande público, por meio da experiência visual do derretimento das geleiras mais importantes da Terra, obtida com a comparação de fotografias históricas do início do século XX.

 

"A Enel Green Power apoia o projeto "Nos Caminhos das Geleiras" desde 2009 e, em 7 de dezembro de 2016, apresenta no Auditorium Enel, em Roma, os resultados da expedição de 2016 nos Andes, realizada na Patagônia."

 

Um modelo 3D único no mundo, 1000 fotografias tiradas e georreferenciadas, elaboradas com um software sofisticado, cerca de 10 comparações fotográficas com as imagens tiradas do arquivo histórico do "Padre Alberto De Agostini". Estes são apenas alguns dos resultados do trabalho científico e fotográfico após a expedição "Andes 2016".

Graças à organização de expedições direcionadas às mais importantes cordilheiras do planeta e à colaboração de uma equipe técnica e de um Comitê Científico internacional, o projeto "Nos Caminhos das Geleiras" nos permitiu fazer medições glaciológicas e criar novas imagens fotográficas em alta resolução que reproduzem fielmente (mesmo posicionamento e época do ano) as tiradas por fotógrafos/exploradores do final do século XIX e início do século XX.

Ventura refez os passos do explorador, fotógrafo, cineasta e padre salesiano Alberto Maria De Agostini, repetindo as esplêndidas fotografias, tiradas entre 1910 e meados da década de 1950, a partir dos pontos exatos de captura e na mesma época do ano.

 

"É desconcertante – comentou o fotógrafo – como a comparação entre as imagens tiradas por De Agostini, há mais de oitenta anos, e as capturadas no inverno passado, nos mostra que imensas massas glaciais, como as que enchiam o vale da geleira de Upsala (70 km de extensão, 10 km de largura e profundidade de até 1000 m), desapareceram completamente ou derreteram-se em dezenas de quilômetros."
 

É possível observar esses dados e também outros a partir do modelo 3D da mesma geleira, desenvolvido por pesquisadores que participaram da missão fotográfico-científica que se deslocou por mais de 1000 km na Patagônia chilena e argentina em busca dos locais de fotografias históricas.

As quatro primeiras expedições (em 2009 no Caracórum, em 2011 no Cáucaso, em 2013 no Alasca, e em 2015/2016 na Patagônia) alcançaram todos os objetivos estabelecidos, tanto em termos de dados coletados quanto em fotografias comparativas, assim como quanto à divulgação dos valores que o projeto propõe. Com os mesmos objetivos e a mesma metodologia operacional, as próximas expedições, ao Himalaia (em 2017) e aos Alpes (em 2019), estão sendo organizadas.

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