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As vantagens de um canteiro de obras sustentável da EGP e os grandes resultados alcançados no mundo

5 min.

As vantagens de um canteiro de obras sustentável da EGP e os grandes resultados alcançados no mundo

O canteiro sustentável da Enel Green Power combina inovação, proteção ambiental, colaboração com as comunidades locais e economia circular. Um modelo que aplica os princípios de Criação de Valor Compartilhado, somando as necessidades empresariais com as do território, em uma visão temporal de longo prazo.

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Da Austrália aos Estados Unidos, à África e a América do Sul, as nossas usinas ao redor do mundo são sustentáveis desde o princípio, muito antes que a sua energia renovável alimente a rede.

Quando começamos a construir uma nova usina, em primeiro lugar projetamos um canteiro de obras sustentável: um modelo de boas práticas  e procedimentos em contínua evolução concebido para mitigar o impacto da construção na área em que se encontra, estabelecer sinergias com as comunidades locais e gerar eficiência, em linha com o novo paradigma da economia circular e com base em conhecimento profundo dos contextos específicos.

Nosso objetivo é a Criação de valor compartilhado (Creating shared value, CSV) entre nós, o território e o meio ambiente, gerando união de propósitos e benefícios.

“A sustentabilidade é um elemento fundamental do nosso trabalho desde a fase de projeto e construção de cada usina. O canteiro de obras sustentável transforma boas práticas e inovação em realidade, garantindo que a nossa presença no território tenha impacto positivo durante a construção e o exercício da usina.”
Umberto Magrini, Chefe da Unidade de Engenharia e Construção da EGP

Assim como todo edifício precisa de alicerces sólidos, o canteiro de obras sustentável é baseado em três pilares essenciaismedir, mitigar e compensar.

Desde as primeiras fases de construção de uma usina, analisamos as áreas que irão abrigar a nova central utilizando todas as tecnologias atualmente disponíveis, incluindo drones. A coleta de dados, que continua ao longo de toda a construção e durante o normal exercício, permite medir o impacto e o desempenho da construção de uma usina.

Durante a fase de engenharia e construção (E&C), assim como na fase de operação e manutenção (O&M), adotamos soluções específicas ao contexto para mitigar o impacto da presença da usina respeitando as exigências das comunidades locais que nos acolhem e buscando atender às suas necessidades em uma lógica de CSV.

Por sua vez, as atividades de compensação são estudadas para proteger o patrimônio ambiental e a biodiversidade, equilibrar as emissões de dióxido de carbono e, de modo geral, restabelecer o equilíbrio existente antes da nossa chegada.

“O canteiro de obras sustentável é a evolução das experiências virtuosas praticadas pelas pessoas que, dia após dia, vivenciam os canteiros de obras e buscam 'inovar' pensando em como transformar ações normais em ações ‘sustentáveis’.”
Fabrizio Fiorani, Chefe de Construção da Unidade de Engenharia e Construção da EGP

 

Em linha com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável

As nossas ações partem do pressuposto de que tudo o que fazemos pode e deve ser medido e avaliado.

Por isso, os nossos indicadores de desempenho são baseados nos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) definidos pela Agenda 2030 da ONU.

Em particular, medimos quanta energia renovável usamos durante a construção da usina (ODS 7) ou quanta água podemos economizar ou reutilizar no canteiro de obras (ODS 6).

Monitoramos, ainda, os níveis de emissão das máquinas empregadas e a quantidade de resíduos produzidos divididos em categorias diferentes, buscando reduzi-los ao máximo (ODS 13 e 12, respectivamente).

Trabalhamos em estreito contato com o território em que operamos, quer para proteger a biodiversidade, inclusive marinha (ODS 14 e 15), quer em colaboração com as comunidades vizinhas (ODS 8), envolvendo trabalhadores e fornecedores locais.

 

Soluções sustentáveis: a velha ferrovia em Bungala Solar

O “canteiro de obras sustentável” é um modelo que utilizamos em todo o mundo, considerando a diversidade de contextos muito diferentes uns dos outros. Desertos, florestas ou grandes pradarias americanas: cada território tem características próprias, que são o ponto de partida para colocar em prática os princípios sustentáveis que nos inspiram.  

Em Bungala Solar, o grande parque fotovoltaico em construção no deserto australiano, por exemplo, colocamos a velha ferrovia local novamente em funcionamento para transportar todos os materiais necessários para a realização da usina. Dessa forma, conseguimos evitar o uso de caminhões, reduzindo a emissão de poluentes, eliminando o problema da poeira levantada pela passagem de veículos pesados e evitando o uso adicional de água para solidificar o solo, que produziria mais poeira, prejudicando as comunidades locais.

Em outros contextos, foi possível utilizar veículos elétricos para se locomover no canteiro de obras. Uma abordagem diferente que trouxe os mesmos resultados: reduzir as emissões e contribuir para a proteção do ar e do meio ambiente.

 

A recuperação de águas residuais no Peru

Quando operamos em ambientes extremos, uma de nossas maiores preocupações é o uso eficiente dos recursos.

Por isso, no “canteiro de obras sustentável” do nosso parque eólico no Peru Waira I, em pleno deserto, construímos um sistema inovador para a recuperação e purificação de águas residuais com um gerador minieólico e um sistema de armazenamento que garantem zero emissões.

Em particular, o sistema de purificação utiliza uma série de membranas de cerâmica com nanotecnologias capazes de purificar a água de forma natural, sem utilizar energia adicional.

Graças à tecnologia e a inovação, no Peru conseguimos limitar o impacto do nosso canteiro de obras para o território explorando nanotecnologias para reaproveitar a água, um recurso fundamental no deserto da região de Ica.

 

A importância das relações com as comunidades locais

A sustentabilidade também é medida através da capacidade de construir relações duradouras e de confiança com as comunidades locais.

É o que ocorreu no México, no canteiro do parque solar de Villanueva, onde a EGP deu vida ao projeto Semillas de madera, criado para atender às necessidades das comunidades que vivem na área.

Semillas de madera foi realizado com o objetivo de reaproveitar as 260 toneladas de resíduos de madeira do canteiro de obras da usina. A nossa equipe multidisciplinar (Engenharia e Construção, Saúde e Segurança, Meio Ambiente, Qualidade e Sustentabilidade), com o apoio fundamental das empreiteiras, coordenou um programa de mais de 5.700 horas de treinamento para que 25 membros das comunidades locais pudessem se tornar artesãos carpinteiros.

Os participantes dos cursos, liderados por um formador local, transformaram os descartes (por exemplo, os paletes para o transporte dos módulos fotovoltaicos) em diversos objetos de uso diário: tetos para pequenos espaços comerciais e de uso comum, cantinas, mesas, centros recreativos ou móveis para quartos ou áreas públicas.

“O verdadeiro valor compartilhado de projetos como o ‘Semillas de madera’ vai além de aprender a transformar resíduos em matéria-prima. Sua importância está na capacidade de mudar a vida dos membros da comunidade. A formação técnica que oferecemos é uma ferramenta para que essas pessoas posam decidir que tipo de futuro querem construir para si mesmas.”
Paolo Romanacci, Gerente de área da EGP no México e na América Central

Estas são as características distintivas de um canteiro de obras sustentável, que atualmente é um modelo difundido e em contínua evolução.

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