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Por volta de 2030: o futuro das energias renováveis na África ainda está por ser escrito

4 min.

Por volta de 2030: o futuro das energias renováveis na África ainda está por ser escrito

A África apóia o crescimento da capacidade renovável da EGP, mas ainda há muito a ser feito para acelerar a transição energética e liberar o potencial de energias renováveis em todo o continente.

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Os investimentos em energia renovável na África são extremamente importantes: por um lado, para apoiar uma demanda crescente, por outro, porque o acesso à energia (em particular a proveniente de fontes renováveis) é um elemento crucial para dar um impulso definitivo a um desenvolvimento econômico ainda incerto e turbulento.

Contudo, a África ainda é um continente cheio de contrastes, onde o sistema regulatório indistinto e a instabilidade política podem desencorajar investimentos de iniciativa privada. Não se trata de fundos ou recursos, mas de falta de normas e políticas regulatórias favoráveis que permitam superar as barreiras históricas quanto aos investimentos de capital estrangeiro.

Este é o conceito que temos com a nossa longa experiência na África.

 

 “Somos a primeira empresa privada de energias renováveis na África. Podemos ficar satisfeitos com o que fizemos até agora, mas ainda é uma gota no mar se considerarmos o potencial que temos diante de nós e a quantidade de energia que a África necessita".

-Antonio Cammisecra, CEO da Enel Green Power

 

África do Sul, Zâmbia e Marrocos fizeram progressos significativos, sustentando, com o seu crescimento, o recorde de capacidade de energia renovável alcançado em todo o mundo pela EGP.

Mas ainda temos um longo caminho pela frente, a fim de liberar todo o potencial da energia renovável na África. Nosso objetivo ambicioso é instalar entre 118 e 170 GW de energia verde adicional em todo o continente até 2030: um desafio complexo.

 

A África do Sul está impulsionando a revolução energética

O forte compromisso da EGP de apoiar o desenvolvimento energético na África é comprovado, em particular, pelos projetos ambiciosos lançados no último ano na África do Sul. De fato, uma das maiores contribuições para o novo recorde de crescimento da capacidade de energias renováveis da EGP veio daqui. Isso se deve aos mais de 520 MW de instalações eólicas e solares em operação que o país pode se orgulhar hoje.

 

 “Este é um resultado que atesta o compromisso da empresa de construir um futuro sustentável. Desde a entrada da EGP no mercado sul-africano em 2011, oferecemos uma contribuição significativa ao mercado local, gerando cerca de 520 MW em projetos eólicos e solares atualmente em operação no país e pretendemos aumentar ainda mais nossa contribuição em um futuro próximo".

-William Price, Country Manager EGP RSA

 

No final de 2019, a EGP iniciou no país a construção dos parques eólicos de Karusa e Soetwater, com uma capacidade instalada de aproximadamente 140 MW cada.

As duas instalações, ambas localizadas no distrito de Karoo Hoogland, na província do Cabo Setentrional da África do Sul, necessitam da adoção de ferramentas e práticas de ponta, para monitorar e apoiar remotamente todas as atividades do local e a operação das instalações, assim como o uso de ferramentas digitais para realizar verificações de qualidade no local e monitoramento inteligente dos componentes das turbinas eólicas.

Para as obras, a EGP está comprometida em contratar funcionários locais, promovendo o desenvolvimento socioeconômico e empreendedor das comunidades locais. Espera-se que ambas as instalações sejam concluídas até o final de 2021, com um investimento total de mais de 200 milhões de euros.

 

“O compromisso da Enel Green Power na África do Sul está alinhado com o plano estratégico 2020-2022 do Grupo, que visa exceder uma nova capacidade com média anual de 4,7 GW, adicionada ao longo do período do plano. Dessa forma, poderemos adicionar 14,1 GW de nova capacidade renovável até atingir um total de cerca de 60 GW em 2022, reduzindo significativamente a quantidade de CO₂ na atmosfera".

-William Price, Country Manager EGP RSA

 

Em 2015, a EGP recebeu todos os cinco projetos na 4ª Rodada do Renewable Energy Independent Power Producer Procurement Programme (REI4P). Por esse motivo, além dos parques eólicos de Karusa e Soetwater, em 2019, começamos a construir outros projetos muito importantes: os de Nxuba (que em 16 de dezembro de 2019 gerou seu primeiro KWh), Oyster Bay, no Cabo Oriental, e Garob no Cabo Setentrional, com uma capacidade instalada de aproximadamente 140 MW cada.

 A estes são adicionados os sistemas solares de Upington (10 MW) e Adams (82,5 MW), no Cabo Setentrional, e os de Pulida (82,5 MW), na província do Estado Livre, Tom Burke (66 MW), em Limpopo, e Paleishuewel (82,5 MW), na província do Cabo Ocidental, além dos parques eólicos de Nojoli (88 MW) e Gibson Bay (111 MW), no Cabo Oriental.

 

Um programa europeu para dar impulso à revolução energética na África

Nosso compromisso com o desenvolvimento de energia renovável na África já existe há vários anos, com uma atividade consolidada que se movimenta, por um lado, com o desenvolvimento de novas usinas e, por outro, com a criação de valor compartilhado.

 

“Nos próximos anos, queremos incentivar iniciativas de desenvolvimento para resolver o problema do acesso à energia e a crônica falta de infraestrutura. Por esse motivo, criamos o renewAfrica, uma iniciativa lançada pela EGP para orientar a África em sua transição energética por meio de um programa europeu compartilhado de colaboração no desenvolvimento de energias renováveis".

 – Antonio Cammisecra, CEO da Enel Green Power

 

A iniciativa renewAfrica, promovida pela EGP, representa uma estrutura contratual real plug-and-play, capaz de criar um ambiente propício para investimentos e estimular o desenvolvimento de projetos de longo prazo em energias renováveis, fornecendo apoio político e regulatório adequado, incentivando o capacity-building e o knowledge-transfer e oferecendo ferramentas de financiamento e de-risking para apoiar os investimentos.

No Encontro de Bruxelas, que contou com a presença de representantes da Comissão Europeia, do setor de energias renováveis, de instituições financeiras internacionais, de instituições acadêmicas e de laboratórios de ideias da indústria, começamos a lançar as bases do programa que, sendo bem projetado e compartilhado por todos, pode ser uma oportunidade de promover o desenvolvimento de todos os países envolvidos e iniciar enfaticamente a transição energética do continente africano

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