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No Brasil, a EGP conecta a expansão do parque eólico de Delfina à rede

Quatro anos antes do previsto, entra em operação a expansão de 29,4 MW do parque eólico de Delfina no Brasil. Mais uma confirmação do compromisso da Enel Green Power com o desenvolvimento sustentável no país, onde somos a maior operadora solar e eólica.

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Delfina é o nosso maior parque eólico no Brasil tanto em produção anual quanto em potência instalada. E agora, graças à entrada em operação dos 29,4 MW adicionais de potência instalada, atinge novos picos de sustentabilidade.

Os trabalhos de expansão da unidade, que chega a 209,4 MW de potência total instalada, começaram em outubro de 2018 graças a um investimento de 40 milhões de dólares.

A expansão de Delfina, localizada no município de Campo Formoso, na Bahia, entra em operação quatro anos antes do prazo estabelecido no edital anunciado em 2017 pelo governo federal brasileiro através da autoridade energética do país, aANEEL

 

"Graças à expansão do nosso maior parque eólico em operação no Brasil, antecipando o próprio programa, reiteramos nosso compromisso em aumentar nossa presença no mercado brasileiro de alta potência, onde somos a principal operadora de energia eólica em termos de capacidade instalada e portfólio de projetos."

– Antonio Scala, gerente da Enel Green Power na América do Sul

 

Além da nova capacidade de Delfina, a ANEEL também atribuiu à EGP os projetos eólicos de Lagoa dos Ventos, no Piauí, para 510 MW de potência instalada, e de Morro do Chapéu II (na Bahia), para 78 MW.

 

Nova energia. Mais sustentabilidade

Com uma capacidade instalada de 180 MW e uma capacidade de produção anual de 800 GWh em energias sustentáveis, a primeira seção de 180 MW do parque eólico de Delfina foi inaugurada em 2017.

Já os novos 29,4 MW serão capazes de gerar mais de 160 GWh por ano.

Ao todo, Delfina poderá produzir um total de 960 GWh de energia sustentável por ano, evitando a emissão de 580 mil toneladas de CO2 na atmosfera.

De 2019 a 2022, a energia gerada pela expansão da usina será vendida no livre mercado. A partir de 2023, por sua vez, a usina eólica estará vinculada a um contrato de vinte anos que prevê a venda de determinados volumes energéticos a um grupo de empresas de distribuição que operam no mercado regulamentado em território brasileiro.

 

"A entrada em serviço do complexo de Delfina VIII é um momento gratificante para todos os membros da equipe que contribuíram para o projeto! Estamos muito orgulhosos de nosso trabalho, concluímos este novo parque eólico antes do prazo e, acima de tudo, sem nenhum acidente. A nova potência de Delfina consolida ainda mais a participação da Enel no setor energético brasileiro."

– Leonardo Navarro, project manager de Delfina VIII

 

Entretanto, a produção de energia sustentável é apenas o primeiro passo do nosso trabalho!

De acordo com o modelo de Criação de Valor Compartilhado (Creating Shared Value, CSV), capaz de conjugar o desenvolvimento dos negócios às necessidades das comunidades locais, optamos por proteger o sensível ecossistema presente na região que abriga nossa unidade.

Delfina está imersa no coração da Caatinga, o maior bioma de floresta seca da América do Sul, uma ecorregião de mais de 730 mil km2 que abrange 10 estados do nordeste brasileiro e está entre as mais ricas do mundo em termos de biodiversidade.

Por isso, definimos uma série de iniciativas para a preservação de espécies locais ameaçadas de extinção, como a arara azul, a onça-pintada e a onça-parda.

 

"Com Delfina, estamos conduzindo iniciativas de desenvolvimento sustentável para satisfazer às necessidades de nossos stakeholders locais, como por exemplo os projetos específicos destinados à proteção de espécies animais ameaçadas de extinção no bioma brasileiro da Caatinga."

– Antonio Scala, gerente da Enel Green Power na América do Sul

 

Em 2017, testamos uma nova tecnologia que utiliza sinais de GPS para estudar os hábitos e as necessidades da arara azul, tais como sua dispersão, rotas de voo, bem como os locais de nutrição, descanso ou reprodução. Após um período de adaptação em que as aves aprenderam a se alimentar, a aumentar sua capacidade de voo e a reconhecer predadores, liberamos os exemplares nascidos em cativeiro.

Além disso, a equipe EGP de proteção ambiental, composta por estudiosos e especialistas brasileiros, lançou um programa para mapear a presença de onças-pintadas e onças-pardas na área limítrofe ao campo a fim de estudar seu habitat natural através de um sistema de pesquisas via satélite e telemetria.

E foi justamente graças a esses projetos que em 2018 a Enel Green Power recebeu do Guia Exame de Sustentabilidade o prêmio de empresa mais sustentável do Brasil.

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