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Soluções inovadoras para garantir o acesso à energia na África

5 min.

Soluções inovadoras para garantir o acesso à energia na África

A África está atravessando um processo turbulento de crescimento que poderá ser sustentável somente se baseado em energias renováveis. É uma estrada que a Enel Green Power, a maior operadora privada de energias renováveis do continente, vem seguindo há um bom tempo.

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O passado nos ensina que o desenvolvimento econômico caminha ao lado da difusão da energia elétrica. Por isso, quem hoje aposta no desenvolvimento sustentável de amanhã, deve permitir que todos tenham acesso fácil à eletricidade.

Eletrificação difusa e desenvolvimento sustentável estão fortemente relacionados, especialmente na África, onde o futuro está sendo escrito graças às fontes renováveis.

As perspectivas de desenvolvimento e o acesso à energia sustentável na África foram descritos por  Carlo Papa  e Giuseppe Montesano, respectivamente diretor e vice-diretor da Enel Foundation, em um artigo intitulado New Enablers for Achieving Sustainable Energy for all in Africa, publicado recentemente na prestigiosa revista Oxford Energies

“Precisamos estar prontos para apostar mais uma vez, como já fizemos no passado, na eletricidade e na capacidade do ser humano, reconhecendo que a humanidade tem potencial para se desenvolver de forma sustentável.”
Trecho de “NEW ENABLERS FOR ACHIEVING SUSTAINABLE ENERGY FOR ALL IN AFRICA” de Carlo Papa e Giuseppe Montesano.

 

África: um continente dinâmico

Há vários anos, a África está sendo atravessada por dois grandes fenômenos de escala continental, ambos com impacto direto sobre a energia.

A primeira questão é a alta taxa de natalidade e o aumento da expectativa de vida, que levam a um rápido crescimento da população. E este crescimento é mais veloz que os esforços – substanciais – de eletrificação implementados pelos governos locais.

Na África Subsaariana, por exemplo, embora o número de pessoas sem acesso à eletricidade tenha diminuído pela primeira vez em 2014, o rápido crescimento populacional pode cancelar este sucesso.

O outro grande fenômeno em curso no continente africano é a urbanização vertiginosa.

Estima-se que 60% da população africana viverá em cidades até 2050. O aumento da população urbana frequentemente traz desenvolvimento social e econômico, mas é um dado de fato que cidades cada vez mais populosas colocam as infraestruturas e os recursos energéticos sob pressão. 

“É nosso dever avaliar o que as pessoas precisam para viver bem, considerando a eletricidade um elemento-chave, ao invés de pressupor que os habitantes de regiões com déficit energético não devam aspirar a um nível de fornecimento de energia e bem-estar semelhante ao das regiões mais ricas.”
Trecho de “NEW ENABLERS FOR ACHIEVING SUSTAINABLE ENERGY FOR ALL IN AFRICA” de Carlo Papa e Giuseppe Montesano

 

A matriz correta para garantir o desenvolvimento sustentável

Em um quadro turbulento e em rápida transformação, a busca de um caminho africano para o desenvolvimento deve ter necessariamente como base a sustentabilidade ambiental e econômica, com uso de energia proveniente de fontes renováveis.

“É essencial projetar percursos de crescimento que levem em conta – e implementem desde o princípio – soluções moduláveis para atender a demanda energética crescente de forma sustentável e com uma abordagem resiliente.”
Trecho de “NEW ENABLERS FOR ACHIEVING SUSTAINABLE ENERGY FOR ALL IN AFRICA” de Carlo Papa e Giuseppe Montesano.

Especificamente, para buscar um desenvolvimento sustentável que coloque ao centro o bem-estar das pessoas, no campo da energia é preciso trabalhar em três áreas fundamentais – técnica, econômica e financeira – para permitir que todos tenham acesso às fontes renováveis.

Do ponto de vista técnico, o debate histórico entre microrredes e usinas deve encontrar uma síntese em um novo cenário, planejando grandes usinas para as áreas urbanas e a difusão de microrredes, fundamentais para as áreas remotas, que possam ser progressivamente ampliadas e interconectadas.

O campo econômico está intimamente ligado ao campo técnico, e exige que sejam encontrados modelos de negócios capazes de integrar os níveis de consumo e de custo das grandes redes e das microrredes baseadas em energias renováveis.

Enfim, é preciso considerar o aspecto financeiro, que envolve atores capazes de imaginar o novo curso da África, deslocando recursos a médio prazo.

“Para garantir que as redes inteligentes e as energias renováveis se tornem cada vez mais importantes e capazes de fornecer energia para todos, a palavra-chave é convergência. É fundamental alcançar um consenso compartilhado com as comunidades sobre como imaginam o futuro, a cooperação entre governos, instituições locais e internacionais e um quadro regulatório robusto, que incentive escolhas vantajosas para todos.”
Trecho de “NEW ENABLERS FOR ACHIEVING SUSTAINABLE ENERGY FOR ALL IN AFRICA” de Carlo Papa e Giuseppe Montesano

 

O nosso compromisso para fornecer energia verde às megalópoles do futuro

De acordo com um estudo realizado pelo Global Cities Institute, em 2100 todas as megalópoles estarão concentradas na África, na Índia e no Sudeste Asiático. A mais populosa será Lagos, na Nigéria, com 88 milhões de habitantes.

O crescimento sustentável das megacidades é um desafio importante, tanto do ponto de vista do uso dos recursos, quanto da sustentabilidade social e econômica.

Para contribuir com o uso cada vez mais difuso de energia verde, o compromisso da Enel Green Power é garantir a eletrificação das grandes megalópoles que irão caracterizar o futuro da África, com usinas de larga escala capazes de atender a uma demanda de energia em rápido crescimento.

É uma estrada ainda parcialmente inexplorada, cuja força é permitir criar valor compartilhado em todas as áreas e comunidades em que a empresa atua através de projetos concretos: o caminho da EGP para o desenvolvimento sustentável passa por aqui. 

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